Soneto

Multidão escravizada

Voltando meus olhos para aquela multidão
Pude ver claramente o que os acorrentaram
Toda dor e o medo de viver, os dominaram
Pois suas vidas foram tiradas na destruição

Homens hipócritas cegos por suas injúrias
Formaram olhos de medos aos desastres
Aliando-se aos famintos desejos covardes
Criando maldições alimentadas em fúrias

Voltei meu pensar a tão triste multidão
Então consegui ver o que tanto desejava
Oportunidade de mostrar o que é valor

Aqueles homens hipócritas sem coração
Mataram a esperança que a sustentava
Perderam a vez de saber o que é o Amor

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